top of page
Buscar

PanAfro/Femadum 2025 celebra protagonismo feminino, lota o Pelourinho e encerra segunda fase com shows históricos

  • Foto do escritor: imprensalab imprensalaboratoriodanoticia
    imprensalab imprensalaboratoriodanoticia
  • 8 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 28 de dez. de 2025

Vitória feminina no FEMADUM, apresentações da Escola Olodum, show vibrante da banda Adão Negro e espetáculo de Ramiro Naka marcam o festival

08/12/2025  - Laboratório da Notícia


O PanAfro/Femadum 2025 transformou o Largo do Pelourinho em um dos maiores encontros culturais do ano nos dias 6 e 7 de dezembro. Milhares de pessoas ocuparam o Centro Histórico para celebrar a música afro-baiana e prestigiar uma programação dedicada ao tema “Celebrando a Mulher Negra na Música Brasileira”, em homenagem a Chiquinha Gonzaga e Tia Ciata. A presença do intérprete de Libras reforçou o compromisso do Olodum com inclusão e acessibilidade.

A programação foi marcada por apresentações da Banda Olodum Mirim, da Escola Olodum — com destaque para a performance da Banda Percussiva Olodum —, do grupo Original D’Sal, além de participações de artistas convidados como Tati Brito, que reforçaram o protagonismo feminino no palco.

A finalíssima do Festival de Músicas FEMADUM 2025 também integrou os dois dias de atividades. O grande destaque foi o 1º lugar conquistado por Maeve, que interpretou “Olodum Máscara Negra”, de Carlos Vilas Boas e Jairo Pinto, celebrando a força e o talento das mulheres na música afro-baiana.


Outro momento marcante foi o show da banda de reggae Adão Negro, que agitou o público com sucessos que atravessam três décadas de trajetória e reforçaram a presença do reggae no cenário cultural da Bahia. Já o artista internacional Ramiro Naka, da Guiné-Bissau, emocionou o público com um espetáculo que uniu ritmos africanos, mandingas, blues, samba, bossa nova, fado e kizomba — uma verdadeira viagem pela musicalidade lusófona.

O Largo do Pelourinho atingiu lotação máxima e precisou ser fechado, reforçando a força, o alcance e o impacto cultural do PanAfro/Femadum no calendário baiano.

O encerramento da segunda fase ficou por conta da Banda Show Olodum, que fez o Pelourinho vibrar com a batida da melhor banda percussiva do Brasil. Lazinho, Lucas di Fiori e Narcizinho conduziram uma apresentação eletrizante, marcando o fim de três dias intensos dedicados à música, cultura e ancestralidade.

A finalíssima do Festival de Músicas FEMADUM 2025 também integrou os dois dias de atividades e revelou talentos da música afro-baiana. O grande destaque foi o 1º lugar conquistado por Maeve, que interpretou “Olodum Máscara Negra”, composição de Carlos Vilas Boas e Jairo Pinto, celebrando a força feminina e a criatividade das novas gerações do festival. O 2º lugar ficou com “Olodum Máscaras Africanas”, composição de Silvio Almeida, Marcos Natividade e Jamoliva, interpretada pelo próprio Silvio Almeida, reforçando a estética afro-baiana com potência e ancestralidade. Já o 3º lugar destacou a interpretação marcante de Nadjane Souza com “E Sé Gan Na Olodum”, composição de Vaguinho Fernandes e Nadjane Souza, reafirmando sua identidade e história dentro do universo Olodum.

Com patrocínio de Brahma, Bahiagás e do Governo do Estado da Bahia, Apoio institucional da Prefeitura de Salvador o PanAfro/Femadum reforça a importância do investimento cultural para fortalecer e ampliar a produção artística afro-baiana.



Tema do Carnaval 2026 “Máscaras Africanas – Magia e Beleza”


Assessoria de Comunicação da Banda, Bloco e Escola Olodum - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA



Crédito da Foto e Vídeo Divulgação: Rita Castro/ Equipe Magali Moraes



 
 
 

Comentários


© 2035 por Laboratório da Noticia. Orgulhosamente criado com Wix.com 

  • Instagram
bottom of page